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Mostrando postagens de Dezembro 9, 2011

PARTE 4

Muitas vezes, me pego a vagar no pensamento e sem querer cai uma lágrima no meu rosto. Tento sempre fugir dessa melancolia, mas ela insiste em me procurar. Disfarço com um sorriso gentil, como quem quer dizer: ah, já passou! Para quê relembrar coisas tristes?! Entretanto, elas estão lá no fundo dos pensamentos e vez por outra à tona reaparecem.
Esse episódio, que hoje contarei, foi um dos meus piores momentos, compartilhados com minha mãe adotiva. Eu tinha uns 9 ou 10 anos. Fazia a faxina da casa todos os sábados. Naquela tarde, após limpar todos os cômodos, lavar, encerar e deixar a casa "um brinco", uma "amiga" de minha mãe me pediu um galho de uma planta que gostávamos de colocar dentro de um jarro com água pra enfeitar a casa. Não vi razão para não obedecer seu pedido, devido o grande volume de plantas que havia em nosso quintal. Ao meu ver não iria fazer diferença um simples galho. Que maldito favor, foi aquele! No momento minha mãe havia saído, e quando chegou…