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Mostrando postagens de Novembro 30, 2011

PARTE 3

Muitos episódios se passaram na época de criança e adolescência, que ainda estão latentes em minha memória. Hoje, escutando uma seleção de músicas de Fábio Junior me deparei com a música PAI, e comecei a questionar e lembrar o pouco ou o muito, que essa palavra representa pra mim.   Fui criada sem a presença do meu pai adotivo, porque ele era caminhoneiro e as poucas vezes que ia a casa minha mãe adotiva discutia com ele, depois de crescida compreendi o porquê: ele tinha outra família ( outra mulher e duas filhas). Até meus 11 anos ninguém conversava comigo a respeito de muitos assuntos, inclusive o de adoção. Mas eu era esperta e curiosa e descobri quem era o meu pai genético, e desde aquele dia em que ele ficou frente a frente comigo, passei a gostar dele e nunca mais o esqueci. Eu tinha meus 7 anos, e minha mãe precisava de alguém para carpir o mato do nosso quintal que estava volumoso, logo após o inverno. Meu pai fazia “bicos” pra se sustentar e minha mãe o chamava, sempre que prec…