quinta-feira, 29 de setembro de 2011


“COMO UM NÁUFRAGO QUE SE AGARRA A UM PEDAÇO DE PAU, PARECEU-LHE DE REPENTE QUE TAMBÉM ELE PODERIA VIVER, QUE AINDA EXISTIA VIDA, QUE SUA VIDA NÃO CESSARA...”(Dostoiéviski, p.195)

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