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Mostrando postagens de Julho, 2011

CHARLES CHAPLIN- esse é meu texto preferido

“Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis”.
Já fiz coisas por impulso,
Já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,
Já dei risada quando não podia,
Já fiz amigos eternos,
Já amei e fui amado, mas também já fui rejeitado,
Já fui amado e não soube amar.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,
Já vivi de amor e fiz juras eternas, mas "quebrei a cara" muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
Já liguei só pra escutar uma voz,
Já me apaixonei por um sorriso,

Já pensei que fosse morrer de tanta saudade e... ...tive medo de perder alguém especial
(e acabei perdendo)! Mas sobrevivi!

E ainda vivo!
Não passo pela vida...
e você também não deveria passar. Viva!!!

Bom mesmo é ir a luta com determinação,
Abraçar a vida e viver com paixão,
Perder com classe e vencer com ousadia,
Porque o mundo pertence a quem se atreve
E

PRECISO DE ALGUÉM

Que me olhe nos olhos quando falo.
Que ouça as minhas tristezas e neuroses com paciência.
Preciso de alguém, que venha brigar ao meu lado sem precisar ser convocado; alguém Amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir, mesmo sabendo que posso odia-lo por isso.
Neste mundo de céticos, preciso de alguém que creia, nesta coisa misteriosa, desacreditada, quase impossivel de encontrar: A Amizade.
Que teime em ser leal, simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não for mais a sensação da festa.
Preciso de um Amigo que receba com gratidão o meu auxílio, a minha mão estendida.
Mesmo que isto seja pouco para as suas necessidades.
Preciso de um Amigo que também seja companheiro, nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias, e que no meio da tempestade, grite em coro comigo:
"Nós ainda vamos rir muito disso tudo"
Não pude escolher aqueles que me trouxeram ao mundo, mas posso escolher o meu Amigo.
E nessa busca empenho a minha próp…

CHARLES CHAPLIN

A vida me ensinou...
A dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim,
Para mostrá-las que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir; aprender com meus erros.
Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo.
A ser forte quando os que amo estão com problemas;
Ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho;
Ouvir a todos que só precisam desabafar;
Amar aos que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos;
Perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão;
Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor;
A alegrar a quem precisa;
A pedir perdão;
A sonhar acordado;
A acordar para a realidade (sempre que fosse necessário);
A aproveitar cada instante de felicidade;
A chorar de saudade sem vergonh…

ÚLTIMA PÁGINA

Mesmo que adoeça o coração Com ondas de ilusão, Melhor é buscar a vida E viver com emoção Lutar por um lugar ao sol Sem ninguém se ferir Batalhar sem guerreiros Buscar a si. Trabalhar sem calejar... O corpo que já cansado está Sorrir o que ainda existir Deixar-se apaixonar... Sem medo de errar E quando a dor chegar... Quando um sentimento romper... Uma lágrima rolar... Mas, quando o fim se aproximar Á Deus, eu ficarei agradecida Porque contente terei terminado A última página da minha vida.
22/04/2011

MULHER-SEM-CABEÇA

Minha cabeça parece ventilador Girando sem parar Jogando coisas para todo lado Ficando cheia apenas de vento.
Um vazio, vazio. Um eco, oco. Cadê? Meus neurônios onde estão? Minhas ideias quem as roubou? Meu coração quem feriu? Meu sonho para onde voou? Minha realização quem a viu? Minha vida quem a matou?
19/04/2011








LÉSBICA

Tornei-me lésbica Da noite para o dia Será efeito das leituras, Que despertaram tardia.
Não! Não sei o que foi Talvez tenha sido a paixão Que aprisionada aqui dentro Explodindo em forma de canção De ímpetos e desejos Delírios e confusão. Apaixonei-me por uma alma Feminina, alguns correm dela Mas, eu, sinto que é minha sina Apaixonar-me pela morte. Esta, que tanto me fascina.
19/09/2010



INSÔNIA

O sono chega Junto com ele o cansaço Do nada fazer Do nada acontecer.
Viro para um lado Viro para o outro Penso no que deixei de fazer E no que preciso ser. E...para ser É preciso se libertar. Das correntes do medo E tentar lutar.
Sair dessa inércia Enfrentar o que impede Os pés e as mãos De fazer o que se deseja. 09/09/2010


BÊBADO

Manhã nublada e fria Fazia-me pensar E o vento sorria Do meu breve penar.
Refletia sobre a vida Sobre o mundo, tudo enfim Sobre as idas e vindas Que outrora era assim:
Repleta de alegria Harmonia sem fim Porém, hoje é tristeza E a vida rir de mim.
Amizade não tenho mais Prestígio muito menos Não existe oportunidades Para um pobre bêbado.
Nas ruas vivo a procurar Um ombro amigo, mas quem acha? Só me resta de consolo O maldito copo de cachaça. 2003

SAUDADE

Saudade sinto agora De quem não posso ter Porque foi embora para sempre Onde estará a viver?
No raiar do dia quem sabe No entardecer talvez No anoitecer sombrio Ou na estrela distante que vês?
Por toda parte procuro Já não sei o que fazer Nos lugares alegres e obscuros Mas, não consigo esquecer.
Saudade sinto agora E sempre irei sentir Pois saudade não morre No peito que não mais sorri. 1998

DA JANELA

Da janela vejo cair Chuva fina de verão Suas gotas lavam Minha própria alma Que anda triste de saudade; Saudade do que não tive Saudade do nada Que ficou perdido no tempo No espaço. Saudade do que almejei E jamais alcancei.
2001

ONDE ESTÁS?

Onde estás? Porque te procuro desesperada Grito, mas não sai nada De minha boca que já anda amarga Pois teus beijos já não têm mais.
Onde estás? Porque te procuro como louca Entre campos e cidades Enraivecida pela maldade Do destino frio e cruel Que arrancou você de mim Deixando-me triste de saudade.
Viver já não quero mais Deixar tudo e todos sou capaz Assim, te buscando na eternidade Sei que encontrarei a paz. 1998

CONDENADO

Um gole aqui, outro ali Bebo pra tentar esquecer Que sou como um cão sarnento Desgraçado pelo destino Vivendo de tormentos.
Nasci num berço de mato Cresci na rua fria e escura Hoje eu roubo, eu mato Não tenho medo da vida Esta, nua e crua.
Um gole aqui, outro ali Bebo pra tentar esquecer Todo sofrimento que causo Aos que não fazem por merecer.
Hoje sou um condenado Nessa vida de absurdos Com tantos de mim zombando Eu. Fingindo ser surdo.
Gostaria que a morte Levasse-me de uma vez Já que minha sorte não vence As maldades que o destino me fez.

TUDO NO PRETO E NO BRANCO

VIVA O POVO BRASILEIRO: DIVERSIDADE CULTURAL NA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL

VIVA O POVO BRASILEIRO: DIVERSIDADE CULTURAL NA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE NACIONAL
ELOISIA CRISTINA SERAFIM
RESUMO O romance Viva o povo brasileiro (1984), de João Ubaldo Ribeiro, conta três séculos de história da formação do povo brasileiro numa narrativa crítica e irônica de seu criador. Descreve fatos desde as primeiras colônias até a década de 1977. Mostrando através de personagens, avanços e recuos no tempo, bem como problemáticas sociais e questões relativas à aspectos principalmente que este trabalho aborda: a diversidade cultural e a construção da identidade nacional brasileira. A base teórica para análise do corpus foi fundamentada na visão antropológica de José Luís dos Santos  e Alan Beals, abordagens de análise a partir de estudos de Massaud Moisés , além de aspectos relacionados a cultura  e identidade nacional de Renato Ortiz, Zilá Bernd, Hall Stuart e outros autores que foram muito importantes para contribuição da pesquisa  de Viva o povo brasileiro.
JOÃO UBALDO OSÓRIO PIM…

O CÉU DAQUI E O CÉU DE LÁ

O céu daqui
Jamais será como lá
Aqui só se ver nuvens
Lá só se via estrelas
E nas noites de lua
As pessoas ficavam nas ruas
Apreciando a linda noite
E sua chuva de estrelas cadentes.

Aqui ficamos em nossas casas
Como se fosse em presídios
Cercado de grades
E o céu só pode ser visto
Entre as brechas das janelas.

Lá ou cá eu era prisioneira
Mas, lá, podia apreciar
A liberdade da natureza
Aqui, nem isso posso
Porque há pessoas que acham
Que podem ser melhores que Deus.

12/2010

conto: O CAÇADOR DE SORTE

_ Meu Deus acordei muito tarde !!!!!-gritava o ancião- já são 8:00hs, o sol já está alto, preciso colocar água nas minhas plantas. Que desespero para um homem daquela idade estava se preocupando também em aguar plantas. Mas, bem que ele tinha lá os seus motivos, pois ninguém se preocupava assim sem nenhuma razão. _ Preciso aguá-las logo! preciso aguá-las logo! Várias vezes repetia – parecia está desvairando-se. Logo ia para seu extenso jardim, onde havia várias plantas, comigo-ninguém-pode, arruda, trevo, bem como lindas flores: cravos, orquídeas, rosas de variadas cores, jasmim e outras, cada qual exalando seu perfume especial. Com dinheiro de sua aposentadoria comprava muitas coisas, de culturas diversas, ele dizia que era para atrair a sorte. _ Pronto minhas plantinhas, eu já as aguei, vocês estão alegres e lindíssimas. A tardinha eu volto para alimentá-las com os adubos que comprei ontem e matarei a sede todas, pois o dia hoje está muito quente. Ainda no jardim visitava os gnomos gesso …